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Postagens com o marcador fotografia

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f/18

Um dia claro na praia. O vento soprava forte e arrastava a areia. Para capturar esse movimento, Anderson Paes utilizou velocidade 1/30. A baixa velocidade foi compensada com o ISO 100 e a abertura f/18 – evitando que a foto ficasse sobre-exposta e preservando a profundidade de campo.

Anderson carregava uma Nikon D300S e uma lente Sigma 24-70mm f/2.8.

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Luz em cena

Recebemos algumas perguntas sobre essa luz que invade a cena e preparamos um post para respondê-las. Para isso, utilizamos uma foto do nosso colaborador Melvin Quaresma.

Nesta foto Melvin utilizou 1/320, f/2.8, ISO 100. E para conseguir isso, o que ele faz “é colocar a fonte de luz um pouco fora do quadro, na borda, pra nāo estourar a foto/objeto fotografado e fotometrar para mais”. Lembra da sobre-exposicão?

Para saber mais sobre esse tipo de foto, você pode procurar pela hora mágica e saber das boas horas para fotografar.

Melvin utilizou uma Canon T2i e uma lente 50mm f/1.8.

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Grande angular

Simpósio de Medicina no Hospital Albert Einstein em São Paulo. Carlos Felipe dos Santos registrou o ambiente assim: Exposição 1/80, Abertura f/4.5, ISO 1250, Distância Focal 16mm.

A velocidade média permite quantidade suficiente de luz e congela a ação, enquanto a abertura f/4.5 possibilitou desfocar o plano de fundo sem impedir a leitura de toda a cena. O fotógrafo optou pelo ISO 1250 para garantir fotos claras em ambiente relativamente escuro – e descartar o uso de flash para não atrapalhar os médicos.

"Como tudo estava muito próximo, me enfiei entre os cabos de energia e tubos e por causa disso precisei de uma grande angular – o que permitiu registrar a cena de perto e também separou os planos, aumentando a perspectiva", comentou Carlos sobre a distância focal.

Carlos Felipe utilizou uma Canon 5D Mark II com uma lente Canon EF 16-35mm f/2.8L II USM.


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Panning

No último post com a foto de Anderson Paes, falamos do panning. A técnica é praticamente a mesma: baixa velocidade, permitindo desfocar o que está em movimento. No caso atual, seguimos com a câmera o objeto que está em movimento e assim o cenário   é que se desloca na cena.

Anderson utilizou ISO 1000 para esta foto noturna, f/1.8 e velocidade 1/40. A abertura grande permitiu mais luz e a profundidade campo não era prioridade. A velocidade, lenta para o ISO 1000, foi o suficiente para não borrar o objeto principal – caso o fotógrafo viesse a tremer. E ele ainda teve a sorte da contribuição do personagem, que esfregou o rosto no momento do clique, como se estivesse com sono.

Nesta foto Anderson Paes utilizava uma Nikon D90 e uma lente Nikkor 35mm f/1.8.


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Velocidade

Na estação da Place Monge, em Paris, um trem se aproxima em alta velocidade enquanto um deficiente visual aguarda na plataforma. Metros a frente o trem começa a frear, até parar para o embarque e desembarque dos passageiros.

Para registrar o movimento do trem em relação ao personagem, Anderson Paes reduziu a velocidade para 1/20. Considerando a luz ambiente o fotógrafo estabeleceu o ISO 400 e utilizou f/5.6. A abertura utilizada garantiu uma boa profundidade de campo – note que através dos vidros do trem se pode ver objetos em foco.

Nesta foto Anderson utilizou uma Nikon D90 com uma lente 18-55mm f/3.5-5.6.

Num próximo artigo abordaremos o panning, que friza o que está em movimento enquanto todo o resto da imagem risca a cena revelando o movimento do objeto principal.

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Your first 10,000 photographs are your worst.
Henri Cartier-Bresson

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De onde vem a luz

Durante um show muitos se voltam apenas para o palco, mas a arte também está na plateia. Melvin Quaresma viu a luz do palco seguir em direção ao público e as silhuetas que se formavam na multidão. 

Carregando uma Canon EOS Rebel T2i e uma lente 18-135mm f/3.5-5.6, Melvin registrou aquela imagem utilizando a velocidade de 1/50, uma abertura f/5.6 e ISO 1600 para revelar o ambiente escuro.

"Coloquei em 135mm com a ideia de achatar os planos, aproveitei uma luz de contra que vinha do palco pra silhuetar tudo. O ISO já tava no talo pra uma T2i, entāo aumentei o máximo que podia da abertura pra nāo abusar ainda mais da velocidade", descreveu o fotógrafo.

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Em camadas

Na pauta, uma série sobre os trabalhadores de fundições na região sul de Santa Catarina. Tiago Tavares precisou se adequar a luz num ambiente ambiente dividido entre escuro e claro. Para registrar o primeiro plano, iluminado pelo metal derretido, Tiago escolheu ISO 400 e baixou a velocidade para 1/60, permitindo-se capturar a forte ‘luz’ escorrendo continuamente.

Para compor a cena o fotógrafo usou uma abertura f/4, assim não deixou estourar o branco da luz que preenchia o segundo plano e ainda deu uma leve desfocada no que não era de interesse.

Além da parte técnica, realizada com uma Canon EOS 10D com uma lente 75-300mm f/4, Tiago trabalhou de uma forma interessante a imagem – em camadas.

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A espera

Numa breve parada em São Joaquim, na Serra Catarinense, Eduardo Daniel sacou sua câmera e registrou a cena do rapaz e o cachorro a esperar. 

Eduardo carregava uma Nikon D40 com uma 70-300mm f/4 e capturou aquela imagem da seguinte maneira: usou f/4.5, suficiente para uma boa dose luz e profundidade de campo; ISO 200 pela luz intensa da Serra; Velocidade 1/200 para garantir uma boa captura de movimento, principalmente do cachorro, sem perder o evidente contraste luz/sombra.

"Queria capturar a expressão do jovem encostado na porta da padaria e o cachorro obediente que não entrava no estabelecimento. Optei pelo preto e branco por gosto pessoal. Dá uma outra visão da realidade", comentou Eduardo.

O uso do preto e branco revelou uma imagem interessante: observe a luz dentro do estabelecimento e as fortes sombras.



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